Três teses defendidas em programas de pós-graduação da UFPE foram agraciadas com o Prêmio Capes de Tese – Edição 2018, que se refere a defesas ocorridas ao longo de 2017. A premiação é outorgada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), e terá cerimônia de entrega dos prêmios no dia 13 de dezembro, na Associação dos Servidores da Câmara dos Deputados (Ascade), em Brasília.

A tese “No reinado de Momo, quem governa Olinda? Governo, corpos e tecnologias políticas na organização do Carnaval de Olinda”, de Suélen Matozo Franco, conquistou o Prêmio Capes de Tese na área de Administração Pública e de Empresas, Ciências Contábeis e Turismo. O trabalho foi defendido no Programa de Pós-Graduação em Administração (Propad) do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) da UFPE, sob a orientação do professor André Luiz Maranhão de Souza Leão.

O Prêmio Capes de Tese na área de Nutrição foi outorgado à tese “Eficácia de Óleos Essenciais de Mentha spp. no Controle de Bactérias Patogênicas em Sucos de Frutas”, de Jossana Pereira de Sousa. A tese foi defendida no Programa de Pós-Graduação em Nutrição do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da UFPE, com orientação do professor Evandro Leite de Souza.

Na área de Serviço Social, o Prêmio Capes de Tese foi conquistado por Verônica Maria Ferreira com a tese “Apropriação do Tempo de Trabalho das Mulheres nas Políticas de Saúde e Reprodução Social: uma análise de suas tendências”, defendida no Programa de Pós-Graduação em Serviço Social do CCSA da UFPE, com orientação da professora Ana Elizabete Fiuza Simões da Mota.

A premiação vem reforçar o empenho da UFPE na pesquisa e no desenvolvimento científico e ratifica a posição da Universidade como a melhor do norte e nordeste e 10ª melhor do Brasil, de acordo com o Ranking Universitário Folha (RUF) 2018, divulgado no dia 1º de outubro.

Para além de renovar o fôlego de quem se dedica diariamente à pesquisa científica, tecnológica e de inovação na UFPE, tal agraciamento revela um maior investimento da Universidade, apesar da crise na área da Educação e do corte de verbas para a ciência.

Fonte: Ascom UFPE